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Diferença de ceteroafetividades e fetiches
#1
Recentemente fizeram uma lista de orientações, vivem dizendo que ceterossexualidade é fetichização, mas apenas por bináries, incluiram identidades como travestissexual, que é buscada por algumas travestis, pois assim como existem travestigêneres que não ligam serem fetichizadas por t-lovers, tem não-binárie que faz a mesma coisa. Mas claro, numa relação travestiafetiva (ou travesticentrada/transcentrada) seria útil o termo. Mas lembrando, não deixa de ser fetiche por algumes não ligarem.
https://arco-pluris.tumblr.com/post/1696...es-plurais

Reparem que pegaram alguns termos daqui.

Lembra também a orientação nocis-. https://beyond-mogai-pride-flags.tumblr....pride-flag
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#2
Esqueci da problemática também: além de fetiche, é genitalista e possivelmente cissexista, um prato cheio pra reducionistas (quem reduz-nos a genitais ambulantes).

https://generoaderiva.wordpress.com/2013...ionamentos

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#3
Esse Tumblr não era teu?

Eu acho bom apontar que a lista acaba utilizando várias definições controversas, ou até mesmo erradas.

Uma pessoa sáfica é uma mulher (ou alguém que não se importa em ser categorizada como uma para certos propósitos) que sente atração por mulheres (ou por pessoas que não se importam em ser categorizadas como tal para esse propósito). É uma identidade para dar uma comunidade a lésbicas e a certas pessoas multi. Talvez a certas pessoas fin e proqua. Já fin, proqua e lésbica são orientações específicas. Qualquer mulher pan ou lésbica pode se dizer sáfica, mas não é qualquer sáfica que pode se dizer proqua ou lésbica. O mesmo vale pra homens e para a identidade aquileana/aquílica.

Neutrois ou neutre também não significa sem gênero em todos os casos.

Também acho perigoso agir como se qualquer menina fosse feminina e qualquer menino fosse masculino. É tão difícil dizer que fin é atração por pessoas que se identificam com feminilidade, que nin é atração por pessoas que se identificam com neutralidade, e assim vai indo?

Eu acho que travesti como orientação é similar a cetero, trans ou nocis como orientações. Quando utilizadas pelos grupos que se encaixam nessas descrições, são pessoas que não conseguem sentir atração por quem não as compreendem, ou por quem tende a discriminar contra elas. Quando utilizadas por grupos de fora, é provável que estejam assumindo alguma coisa específica sobre o grupo*, e é daí que vem a preocupação com fetichização.

E aí sempre vão ter as pessoas que dizem que essas identidades não podem existir, ou só podem existir se estiverem marcadas para o uso do próprio grupo, e as pessoas que acham que tanto faz, que são só mais palavras que podem descrever diferentes experiências, inclusive as de pessoas que não são desses grupos.

* Coisas específicas como:

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